sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O peru e o azeiteiro - 2

Gostei de ver, menino. Que assim que entrei no bar e me viste baixaste a bolinha. Não sei se tinhas metido uns ácidos na outra vez, mas hoje estavas bem mais apresentável e contido. Ainda te apanhei a olhar quando passaste, mas tiveste o bom senso de não fazer figurinhas. Que eu hoje com este humor..

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O peru e os bravos

Emily: Twice! You're gonna do this to me twice?! Naomi no. You fucking stop right now. Don't you dare leave me in your bed again.

Naomi (walking away): I've got to go.

Emily (shouting to Naomi): I know you. I know you Naomi! I know you're lonely. I think you need someone to want you. Well... I do want you. So, be brave... and want me back.

O peru e a consulta supersónica

Eu estava bem era caladinha.. E assim não tinha sido recambiada para as urgências do hospital.. E assim não tinha levado uma multa de estacionamento. Foda-se!

O peru e o discurso



Furiosa? Sim, estava. Também estava incrédula. E magoada. Foi um discurso sincero? Foi, na verdade acho que nunca tinha exposto tanto a ninguém.
Se me arrependo? Obviamente que não. Até acho que ficou muito por dizer, mas o que foi dito foi genuíno. Eu até devia ser assim mais vezes. E tu devias ter percebido que pessoas como eu não dizem nada por dizer, sejam por estarem furiosas, bêbedas ou a tripar em LSD. Devias ter levado tudo a sério. Até as pequenas partes em que não quiseste acreditar.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O peru e uma notinha mental

Se calhar já fazia aqui uma higienização nos meus contactos do Msn..

O peru e a intervenção

"Isto não me está a acontecer.."
Parecia um episódio de How I Met Your Mother.
2 em 28 anos. Groovy.
"Tens de, há-que.."
Yada yada, já se deixavam era de merdas porque ninguém me está a dizer nada de novo e não "tenho de" nada, porque tenho liberdade de escolha.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O peru e qualquer coisa que anda aí no ar

Dois ou três dias antes do Natal, em catadupa e com espaçamentos de 24 horas, soube de 3 casos de mulheres que se fartaram de se sentir como mobília, deram o grito do Ipiranga e saíram de casa (bom, um dos casos foi ao contrário, mas não interessa). Os respectivos são apanhados de surpresa e não percebem o que suscitou isto tudo. Mal sabem eles que elas já andam a encher há meses, anos e que isto foi só a cereja em cima do bolo.
Pode ser visto como impulsivo, mas aposto em como já andavam com a ideia na cabeça há mais tempo, a ponderar prós e contras, a evitar fazê-lo até a situação se tornar insustentável. Nenhuma tomou a atitude como definitiva. Ficam à espera de ver a reacção deles. "Será que vai lutar para me ter de volta, será que me vai mostrar que vale a pena?" Esperam que o telefone toque, fazem-se de fortes mas no fundo vão-se derreter quando eles tomarem o 1º passo.
E quando não tomam?

O peru e a makeover

Quando vesti uma saia para a passagem de ano, por momentos achei que a minha mãe ia chorar de alegria.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O peru e os empregados japoneses

Com o vício de sushi em crescendo, isto acontece cada vez mais frequentemente. Porque é que têm de me abrir a bebida e encher-me o copo? Estão a servir-me, sim, mas eu não quero, não pedi e aquilo fica tudo quente. Depois obrigam-me a ser mal educada e a dizer "Ppsssht, deixe lá isso estar quieto e vá à sua vida."

domingo, 2 de janeiro de 2011

O peru e a teoria do caos

Acho fascinante como decisões triviais ou pormenores minúsculos podem fazer a vida girar. Ir a determinado café em determinado dia, ligar o computador, ir ao ginásio de manhã em vez da tarde. Quando olhamos para trás conseguimos discernir aquele momento frozen in time em que o tempo se separou no que aconteceu e no que podia ter acontecido.





The butterfly effect. Uma variação minúscula e irrisória pode ter consequências catastróficas. Borboleta no Brasil vs. furacão no Texas. Coisas que na altura nem pe(n)samos tomam proporções desmesuradas. Como uma simples chamada telefónica perdida porque se estava num local com música a 200 decibéis. Surreal.