terça-feira, 6 de setembro de 2011
O peru não gosta
Que apesar de estares comigo todos os dias tenhas sentido a necessidade de procurar um blog, textos, o que seja, que te satisfizessem toda a curiosidade mórbida e que te dessem uma resposta divina que já antes tinha saído da minha boca. Duma forma óbvia, achava eu. A menina não gosta. Nada!
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
O peru e uma nota mental
Só para não me esquecer que as pessoas são um nojo. Porque um "amo-te" hoje em dia não tem significado nenhum para gentinha sem princípios que dias depois está a foder outra qualquer.
O peru na Festa das Vindimas
Para quem não conhece, é em Palmela e conhecida pelo abuso amazónico de moscatel. É igual a tantas outras, com barraquinhas de comércio, bebida, comida, palcos para concertos, etc.
Mas para quem frequenta esta pequena maravilha.. it's so much more than that! Podia falar das ruas íngremes de Palmela, com aquela calçada espectacular fode-pneus, ou do pôr do sol no miradouro do Castelo, mas na verdade o que interessa aqui é a vertente humana da coisa.
A frase que mais ouço nesses dias é, quase sempre, "Epá, a malta só se vê nas vindimas!" e têm-se N conversas ao longo da noite sob a temática do "que tens feito, curso, trabalho, gajos, não estavas a morar no Porto?". Isto porque o moscatel, Palmela, os concertos.. não passa tudo de uma enorme fachada, porque a maior parte das pessoas vai para ser vista e para ver o que quer (e o que não quer também).
Então o cenário fica qualquer coisa do género: 23 da noite. O largo está cheio de gente, muitos mini-grupinhos em roda com as suas garrafas, a distribuirem copos cheios com generosidade. Ainda está tudo meio sóbrio, portanto o que não falta são cabecinhas no ar que olham em redor. Procuram conhecidos, amigos, "malta que só vêem nas vindimas" ou, mais frequentemente, o rapazinho que vão comer no fim da noite, a ex que lhes meteu os cornos e vai-uma-aposta-como-a-vaca-vai-estar-aqui-com-outro, a paixão platónica, o namorado com quem tiveram uma zanga há dias e portanto há-que mostrar que estamos bem and having a blast! E eu não critico, porque faço exactamente o mesmo. Lá para a 1 ou 2 da manhã, os ânimos já se exaltaram. Já anda tudo de cabeça baixa, não vá ver o que não pediu, ou porque não quer falar àquele e àquela, "epá, já tou todo fodido, não me deixes falar com ninguém", há muita gente a discutir, lágrimas, porrada, I've seen it all. E também já fiz parte desse grupo.
No fundo, para quem é aqui da zona e frequenta a festa religiosamente todos os anos, alguma da nossa história de vida fica sempre marcada naquele largo. Porque foi onde se discutiu com o namorado, onde se fez as pazes, onde se teve aquela noite espectacular antes de entrar tudo na faculdade, onde se apanhou a cardina brutal antes do exame de recurso duma cadeira qualquer de Setembro. Para mim, entre muitas outras memórias, está a do ano passado, em que fui brindada com uma chamada não atendida e uma sms logo em seguida. "Foi engano".
Mas para quem frequenta esta pequena maravilha.. it's so much more than that! Podia falar das ruas íngremes de Palmela, com aquela calçada espectacular fode-pneus, ou do pôr do sol no miradouro do Castelo, mas na verdade o que interessa aqui é a vertente humana da coisa.
A frase que mais ouço nesses dias é, quase sempre, "Epá, a malta só se vê nas vindimas!" e têm-se N conversas ao longo da noite sob a temática do "que tens feito, curso, trabalho, gajos, não estavas a morar no Porto?". Isto porque o moscatel, Palmela, os concertos.. não passa tudo de uma enorme fachada, porque a maior parte das pessoas vai para ser vista e para ver o que quer (e o que não quer também).
Então o cenário fica qualquer coisa do género: 23 da noite. O largo está cheio de gente, muitos mini-grupinhos em roda com as suas garrafas, a distribuirem copos cheios com generosidade. Ainda está tudo meio sóbrio, portanto o que não falta são cabecinhas no ar que olham em redor. Procuram conhecidos, amigos, "malta que só vêem nas vindimas" ou, mais frequentemente, o rapazinho que vão comer no fim da noite, a ex que lhes meteu os cornos e vai-uma-aposta-como-a-vaca-vai-estar-aqui-com-outro, a paixão platónica, o namorado com quem tiveram uma zanga há dias e portanto há-que mostrar que estamos bem and having a blast! E eu não critico, porque faço exactamente o mesmo. Lá para a 1 ou 2 da manhã, os ânimos já se exaltaram. Já anda tudo de cabeça baixa, não vá ver o que não pediu, ou porque não quer falar àquele e àquela, "epá, já tou todo fodido, não me deixes falar com ninguém", há muita gente a discutir, lágrimas, porrada, I've seen it all. E também já fiz parte desse grupo.
No fundo, para quem é aqui da zona e frequenta a festa religiosamente todos os anos, alguma da nossa história de vida fica sempre marcada naquele largo. Porque foi onde se discutiu com o namorado, onde se fez as pazes, onde se teve aquela noite espectacular antes de entrar tudo na faculdade, onde se apanhou a cardina brutal antes do exame de recurso duma cadeira qualquer de Setembro. Para mim, entre muitas outras memórias, está a do ano passado, em que fui brindada com uma chamada não atendida e uma sms logo em seguida. "Foi engano".
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
O peru e a questão pertinente da noite
Serei a noz ou não tenho é dentes para as que me são oferecidas?
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
O peru passa-se da marmita..
.. quando o tema é homofobia ou a merda das touradas. Os argumentos ignorantes de quem é a favor destas calamidades ferve-me o sangue em segundos e faz com que eu, grande apologista do diálogo, cerre os punhos num ápice e tenha uma vontade quase incontrolável de partir (também) para a ignorância.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
O peru and the dirty kind of dancing
Mas não é impressionante como em qualquer bar, a dada altura, começa uma daquelas musiquinhas bimbas até à medula e saltam logo para a "pista" a) uma manada de pitas com 20% do peso corporal só em maquilhagem ou b) uma manada de quarentonas esfomeadas que se vestem como se ainda tivessem 20 anos (ai as mini-saias senhooooor), para fazerem aquela merda de coreografia para a frente-para trás-saltinho com o pé e vai para o lado? E depois estão naquilo 3, 4 canções seguidas, a achar que estão a fazer um figurão porque a) sou uma granda maluca que já bebi bué shots e aqueles 2 surfistas estão a olhar bué para mim ou b) olha-me para aqueles 2 meninos rijinhos e inexperientes, eu contava-lhes uma história enquanto abano a anca com o padrão leopardo..
domingo, 28 de agosto de 2011
O peru assim tipo fénix, mas das bonitas!
Back! Leva-me às lágrimas que este blog tenha de facto seguidores que até se dão ao trabalho de mandar mails, wondering about my whereabouts.. Será que isto está bem escrito?
terça-feira, 23 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
O peru back and forth
Porque há aquelas pessoas que estagnaram completamente na vida, não querem mais, não têm capacidade para mais, conformaram-se, seja o que for; mais raramente, as que estão em constante evolução, que tentam ser sempre um bocadinho melhores, mais conscientes, mais altruístas, seja o que for; oh caralho e há aquelas que regridem e que se transformam em meras sombras da grandiosidade que já tiveram outrora.
Puto de nojo que me metem estas últimas..
Puto de nojo que me metem estas últimas..
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
O peru em Porto Covo
(a meio da madrugada, a voz da revolta)
"EMAGRECE PÁ SUA LONTRA! COME VERDURA, COME FRUTA, DE CERTEZA QUE NÃO ESTAVAS ASSIM! VAI RESSONAR PRÁ CONA DA TUA MÃE!"
Me so proud.
"EMAGRECE PÁ SUA LONTRA! COME VERDURA, COME FRUTA, DE CERTEZA QUE NÃO ESTAVAS ASSIM! VAI RESSONAR PRÁ CONA DA TUA MÃE!"
Me so proud.
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