terça-feira, 3 de setembro de 2013

Holiday

Hoje é o dia mundial dos argumentos de merda, não é?

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Atheism

"But what are atheists really being accused of?

The dictionary definition of God is “a supernatural creator and overseer of the universe.” Included in this definition are all deities, goddesses and supernatural beings. Since the beginning of recorded history, which is defined by the invention of writing by the Sumerians around 6,000 years ago, historians have cataloged over 3700 supernatural beings, of which 2870 can be considered deities.

So next time someone tells me they believe in God, I’ll say “Oh which one? Zeus? Hades? Jupiter? Mars? Odin? Thor? Krishna? Vishnu? Ra?…” If they say “Just God. I only believe in the one God,” I’ll point out that they are nearly as atheistic as me. I don’t believe in 2,870 gods, and they don’t believe in 2,869."

Do brilhante Ricky Gervais.
O texto completo em http://blogs.wsj.com/speakeasy/2010/12/19/a-holiday-message-from-ricky-gervais-why-im-an-atheist/

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Friends will be friends

(A regressa da casa de banho)
A - Pediste a soja e o wasabi?
B - Claro.
A - Vês? É por isto que eu gosto de ti.
B - Diz-me 5 coisas que gostes então. Uma já está.
A - Gosto do teu feitio "especial". Fazes uns broches brutais. Gosto do facto de poder falar literalmente de tudo contigo. E dos teus acessos mais infantis, de miúda, ou quando te ris durante meia hora de coisas completamente parvas.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Nhec

Fazem-me impressão mulheres com o lábio superior muito fininho..

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

A warm feeling inside my heart

Um ex faz anos hoje e constatei, em fotos diversas com a nova namorada, que ainda tem o mesmo estilo e ainda veste as mesmas peças de vestuário que eu lhe ofereci/recomendei. I've done good in this world.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Whiny Little Bitches

A paciência, ou falta dela, sempre foi um dos meus defeitos (ver post anterior).
Não tenho paciência para conversa de chacha ou sobre a meteorologia. Consigo fazê-lo por poucos minutos, mas on a daily basis, em cafés ou em ambiente laboral, é coisa para me tirar do sério.
Consigo ouvir um/a amigo/a desabafar sobre problemáticas amorosas, mas à 20ª vez a coisa já me custa e começo a desvalorizar a situação. "Meu, isto é deja vu, queres que opine agora em turco?"
Não consigo entender pessoas que passam a vida a queixar-se. De tudo. Porque lhes dói o cotovelo, a unha, o pêlo encravado, a garganta, ai o trabalho, o horror (you have a job for fuck sake!!)! Over and over again, os meses passam e a conversa é a mesma. Aborrece-me que as pessoas não consigam desligar do tema trabalho quando já estão fora dele e em momentos que deviam ser prazeirosos e livres.
Repelem-me pessoas carentes. A sério, parem de tentar sugar a energia de quem está à vossa volta. Todos temos fases menos boas, mas 6 meses a pedir atenção, mimimi, festinhas, ai que sou tão coitadinha. Epá, és coitadinha, muda alguma coisa! E passa a ser alguém com quem as pessoas tenham vontade de estar..


Já nem sei se o problema é deles, só meu, de ambos, ou se esta malta precisa de arranjar problemas a sério.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Update

Não ando com pachorra nenhuma para blogs, está muito calor.

Não ando com pachorra nenhuma para draminhas veraneantes de gente que tem o relógio biológico a explodir.

Não ando com pachorra nenhuma para teses de mestrado.

Quero caipirinhas, banhos de lua cheia e, surpreendentemente, voltar para o Algarve. Quem diria..

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Idiossincrasias

Como é que ainda me lembro dos passos de uma necrópsia, das aulas de Anatomia Patológica, e depois sou uma merda a cortar um frango aos pedaços..

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

What is that sound?

Surreal, foi a maneira como os primeiros segundos de uma música num rádio dum carro alheio me transportaram no tempo, para way back, e me permitiram mimetizar tudo o foi sentido nesse momento de há muitos anos, no escuro, numa casa alheia e simultaneamente familiar, com um tu que já não existe e com um eu que já não é mais eu.

domingo, 4 de agosto de 2013

Welcome to adulthood II

A diferença entre andar nos carrinhos de choque quando somos putos e andar nos carrinhos de choque nos trintas e ébrios, é que no fim sai de lá tudo a ganir e a queixar-se das costas e do pulsinho.