segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Procuram-se opiniões sinceras, experientes ou não, não preconceituosas, concisas e de preferência inteligentes

É possível amar 2 pessoas? Não é gostar, é amar.

22 comentários:

  1. Depende do amar. De forma fraternal, sem dúvida alguma :p

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    1. Nah, não de forma fraternal. Amar 2 pessoas, de igual forma.

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  2. Andei a pensar nisso há tempos (até escrevi), uns dizem que sim e outros dizem que é pior do que uma pessoa meter-se numa camisa de 7 mangas. Estou mais inclinado para o sim.

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    1. Eu sei, li o teu post na altura. Nunca me aconteceu, mas quando olho à volta, sinto a minha definição de amor a tomar contornos mais esbatidos..

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  3. "O" especialista quintino aires diz que não e eu concordo. há é várias formas de gostar, paixão, etc, mas amar creio que não.

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  4. Eu acredito que sim... os (pre)conceitos tornam-se esbatidos com o tempo, e felizmente o coração torna-se mais largo e grande. Eu acredito que sim.

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    1. Felizmente torna-se mais largo e grande. Deduzo então que amar 2 pessoas é algo positivo? Para quem?

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    2. Torna-se algo positivo para quem esse amor é reciproco. Conheço um casal poliamoroso onde isso é supostamente verdade. Eu quero acreditar que sim... Nunca estive nessa situação, mas como disse: acredito que é possivel amar 2 pessoas...

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    1. Assumindo que todas as partes curtem o hedonismo e figuras geométricas tipo triângulos, certo?

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  6. Assumindo que amar nao se limita a mitos e paradigmas ligados ao modelo monogamico nuclear e tradicional e a figuras geométricas triangulares.
    Myth: “ROMANTIC LOVE IS THE ONLY REAL LOVE
    Look at the lyrics of popular songs, or read some classical poetry: the phrases we choose to describe romantic love don’t really sound all that pleasant. Crazy in love, love hurts, obsession, heartbreak … these are all descriptions of mental or physical illness. The thing that gets called romantic love in this culture seems to be a heady cocktail of lust and adrenaline, sparked by uncertainty, insecurity, perhaps even anger or danger. The chills up the spine that we recognize as passion are, in fact, the same physical phenomenon as hair risinh up on a cat’s back and are caused by the fight-or-flight response.
    This kind of love can be thrilling and overwhelming and sometimes a hell of a lot of fun, but it is not the only “real” kind of love, nor is it always a good basis for an ongoing relationship. Yet as George Bernard Shaw famously remarked, “When two people are under the influence of the most violent, most insane, most delusive, and most transient of passions, they are required to swear that they will remain in that excited, abnormal, and exhausting condition continuously until death do them part.
    (...)

    “Many people believe, explicitly or implicitly, that our capacities for romantic love, intimacy, and connection are finite, that there is never enough to go around, and that if you give some to one person, you must be taking some away from another. We call this belief a “starvation economy”

    Excerpt From: Dossie Easton & Janet W. Hardy. “Ethical Slut.”

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  7. Não! Gostar sim. Amar não.

    Amar implica uma entrega total da alma, coração, cabeça, corpo, tudo e mais alguma coisa.
    Quanto a mim, quando acontece com uma pessoa, é muito desgastante e quase impossível dividires isso com outra.
    Obviamente que depende de como cada pessoa ama. Mas dentro daquilo que conheço e baseado na minha experiência, não conseguiria amar duas pessoas em simultâneo.

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  8. O pai e a mãe? :)

    (agora a sério - claro que sim. Poliamor. E não acredito tratarem-se de modernices; Sempre tive dúvidas que o ser humano fosse monogâmico, ainda que esteja mais ao menos satisfeito com o modelo monogâmico de relações. Mas basta olhar para os bichinhos, não é?)

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  9. Podemos amar de tantas maneiras!
    Mesmo se falarmos de amor "romantico" a resposta ê inequívoca e absolutamente SIM.
    Falo por experiência própria, Empirismo puro.
    Pedro o ser humano nao è monogamico por natureza de facto, ie, biologicmente falando a nossa especie nao obedece a uma programacao genetica nesse sentido so apenas por adaptacao de cultura e convenção social ; a religião patriarcal e a agricultura moderna potenciaram o sedentarismo, mofificando a o evolução sexual humana.

    De resto ja estou quase como a Alcinda Lameiras : nao neguem a partida uma ciência que desconhecem ...

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  10. Não. Nem acredito que se possa amar, como parceiro(a), mais do que uma pessoa por vida (E já amei a minha). O resto são favas...

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  11. Na minha opinião é possível amar duas pessoas exactamente no mesmo período por motivos completamente diferentes uma da outra. O amor não é unilateral. (E lendo o comentário do amigo anónimo acima), parece-me muito pouco racional achar que não e que só se ama uma vez. Não somos a mesma pessoa durante os vários períodos da nossa vida, logo, se existisse uma única e tão especial pessoa -- a única pessoa digna do nosso amor -- a mesma deixaria de fazer sentido com o passar do tempo, quando começassem a obter ideias, objectivos e maneiras de pensar e ver o mundo diferentes daquela que nos unia à pessoa primeiramente.
    O mesmo se aplica à ideia de só se poder amar uma pessoa de cada vez, a nossa interacção com o mundo não é uniforme, tu não és a mesma pessoa quando estas com uma pessoa e quando estás com outra (seja qual for o nível social/sentimental que lhes atribuis), logo, porque é que no amor deveria ser assim? Podes perfeitamente amar alguém, e encontrar razões para amar outro alguém. Uma coisa não invalida a outra. Nunca se sabe quando a magia acontece.

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  12. Para uns, sim. Para outros, não. É que somos todos diferentes, e não há quem convença a malta do não que para uns sim, nem a malta do sim que para uns não. Portanto, é possível amar duas pessoas diferentes... mas depende da pessoa que está a amar (independentemente do ser amado). Já ser correspondido, é outra história... principalmente se quem é amado souber que não está só como objecto de amor.

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